3 de Setembro de 2008 - por gil

Teatro Paiol . 14/08/08
de quem vê de fora..
e dentro?
entre carros e pessoas, vivemos num universo só. retirar as máscaras, desnudar, conceder.. no fim agradecer. pra que? comfusão na confusão de sons, palavras, signos, maneiras de expressar, de dialogar, de provocar. criar, eis.
circulando dentro dos circulos, circos.
buscando novo, qual? existe? sim! sim!
truco? é o gato!
Bina Zanette, produtora.
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31 de Agosto de 2008 - por gil

A exposição que conta com a curadoria de J.A. Schmoll, apresenta através de 165 fotografias originais a contribuição alemã para a “fotografia subjetiva“, uma vertente internacional nos anos de 1948 a 1963.
As linhas tradicionais desta vertente retrocedem até a fotografia da Bauhaus nos anos 20 e ainda hoje muitos fotógrafos se consideram participantes desta tradição. A “fotografia subjetiva” não é impulsionada pela reprodução objetiva da realidade, mas pela interpretação pessoal através de representações imagéticas subjetivas. O resultado é uma fotografia estruturada de forma consciente com valores gráficos acentuados em branco e preto.
Um precedente importante da “fotografia subjetiva” foi a fundação do grupo Fotoform em 1949 por Wolfgang Reisewitz que se entendia como uma associação de jovens fotógrafos com os mesmos interesses e se via independente dos júris tradicionais. Seis fotógrafos pertenciam a este grupo: Otto Steinert, Peter Keetmann, Siegfried Lauterwasser, Toni Schneiders e Ludwig Windstoßer. Obtiveram seu primeiro grande sucesso com seu conceito da imagem fotografica moldada quando da primeira exposição Photokina em 1950, em Colônia, e estão representados nesta exposição. O grupo se dissolveu em 1957.
A segunda fase da “fotografia subjetiva“ na Alemanha se desenvolve com Otto Steinert. Seus estudantes de fotografia na Escola de Artes de Saarbrücken, Monika von Boch, Kilian Breier e Joachim Lischke estão entre os novos nomes integrantes desta exposição, sob a legenda “Steiner e seus discípulos”.
As áreas do fotojornalismo e da fotografia de marketing estão representadas na mostra com fotografias de Robert Häusser e Stefan Moses, mostrando a transposição dos critérios estilísticos da “fotografia subjetiva” com a autenticidade imagética do motivo e sua formação estética como composição em preto e branco.
A exposição vem para Curitiba através do Goethe-Institut Curitiba e será aberta em 31 de julho na Casa Andrade Muricy, permanecendo até o dia 28 de setembro de 2008.

Casa Andrade Muricy refletida na fotografia “A árvore em frente a minha casa”, de Otto Steinert - 1956
“A fabricante de bonecas”, fotografia de Stefan Moses- 1962, em exposição
“Carpas”, fotografia de Adolf Lazi - 1950, em exposição na Casa Andrade Muricy
auto-retrato sobre “Retrato de Giselle”, de Guido Mangold - 1959
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30 de Agosto de 2008 - por gil

Mauricio Vogue e Luiz Felipe Leprevost
Eu quero cantar roque
eu quero cantar roque
eu quero ser muito louca
eu quero ser a Cássia Eller
eu quero ser o Péricles Cavalcanti
eu quero cantar roque
roque tem que fuder o dedo
roque tem que sangrar a voz
roque tem que ter culhão
culhão é uma coisa que eu tenho

Eu tenho uma backing vocal
que me acompanha
em shows por todo o país
em shows por todo o país
eu tenho figurinista
eu tenho um cenotécnico
tenho diretor de cena
tenho maquiador
tenho iluminador
lá fora tem um bilheteiro
também tenho o meu fã clube
é tudo pra eu cantar meu roque
eu tenho um microônibus
para minhas turnês
de shows por todo o país
de shows por todo o país
eu quero cantar roque
eu quero cantar roque
e quando eu canto a galera diz
eu canto e a galera pede bis
foi ducaralho, foi de fodê
ela pôs o pau na mesa
ela pôs o pau na mesa!
Leprevost

Durante o espetáculo “Comfusão 2 - Uma Perturbação Musical” . Teatro Paiol. 14/08/08
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30 de Agosto de 2008 - por gil

Durante o espetáculo “Comfusão 2 - Uma Perturbação Musical” . Teatro Paiol. 14/08/08


É no meu Paraná
ê ô
É no meu Paraná
ê ô
É no meu Paraná
ê ô
É no meu Paraná
Minha gente eu vou embora
Que vontade de chegar
Vermelha é terra do norte
O azul meu céu de cá
E o verde é esperança
Esperança tem por lá
O meu pinheiro que beleza
Majestade que aqui está
Que a Santa Felicidade abençoe o Paraná
Ponta Grossa, Antonina, Porto de Paranaguá
Nossos verdes cafezais
De Londrina e Maringá
Guarapuava, Vila Velha, Curitiba, Abatiá
Cataratas do Iguaçu
Tudo isso é o Paraná
Lápis
O compositor e músico curitibano Palminor Rodrigues Ferreira (5/10/1942 - 11/2/1978), o “Lápis”, apelido que teve origem pelo fato de que era preto e fino, é um dos principais nomes da música popular no Paraná. Foi ele um dos responsáveis pela introdução em Curitiba da mais legítima música brasileira, o samba.
Lápis teve como principal inspiração as marchinhas de Carnaval da cidade de Antonina, como na música Meu Paraná.
Apesar da intensa participação na vida musical e cultural do estado, o artista e seu repertório são quase desconhecidos pelo público paranaense.
A relação de Lápis com a música começou cedo. Aos 11 anos, já tocava pandeiro no “Programa Ciranda Infantil”, ao lado do Regional do Zé Pequeno, na Rádio Marumbi.Cinco anos depois, em 1958, formou, com alguns amigos, o grupo Tryanon, que se apresentava em clubes do bairro em que morava. No ano de 1967, Lápis formou o Grupo Bitten IV. Após o êxito em Curitiba, o grupo resolveu tentar a sorte no Rio de Janeiro, onde lançou um compacto simples com as músicas “Vestido branco” e ”Paticumbá”. Anos depois, o grupo se desfez e Lápis ficou no Rio de Janeiro trabalhando com Eliana Pittman, que gravou de sua autoria “Meu novo amor”.
Seu samba ”Paticumbá” foi gravado pelo conjunto Os Originais do Samba. Por essa época, Lápis se apresentou ao lado de Rosinha de Valença no palco do Teatro Casa Grande. Em meados da década de 1970, voltou para Curitiba, onde faleceu oito anos depois.
texto: portal bem paraná
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25 de Agosto de 2008 - por gil
Que Deus te proteja das gorduras trans, do bacon, do Baconzitos e de todas aquelas merdas da Elma Chips, das batatinhas fritas do Mac, e do Big Mac, e do Funcionário do Mês. Deus te proteja. Esse querido Deus parceiro do Sundown fator 30. Esse Deus inimigo dos raios ultra violeta. Inimigo dos canos de escape dos caminhões da Ford. Esse Deus maravilhoso, botânico da Boticário. Parceiro dos condicionadores de cabelo. Esse Deus feito à imagem e semelhança do Brad Pitt. Sócio investidor das mais bem equipadas academias de musculação, de fitness. Sócio investidor das clínicas de estética. Prestador de consultorias pra fabricantes de antiácidos e anfetaminas. Esse Deus da Vitamina C, D, E, K, A, B, B1, B2, B12. Esse da Aspirina. Do sabonete Phebo. Das lâminas da Gillette. Do Polvilho Antisséptico Granado. Que esse Deus, que amamos, me proteja e te proteja de sarnas e micoses. De artrites, alzheimers e artérioescleroses. Obrigado Deus. Obrigado Deus pelo aparelho nos dentes, pelas lentes de contato, pelas botinhas ortopédicas e por essas maravilhosas próteses.
Luiz Felipe Leprevost

Leprevost veste:
Manto de papéis de balas e chocolates de Efigênia Rolim
Imagem produzida durante o espetáculo “ComFusão 2“, no teatro Paiol, em Curitiba, em 14 de agosto de 2008.
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10 de Agosto de 2008 - por gil
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5 de Agosto de 2008 - por gil

Rendam-se! - fotografia para divulgação da exposição “Tirando de letra”. Agosto. 2001.
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29 de Julho de 2008 - por gil

*sobre frase de Alex Cabral
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29 de Julho de 2008 - por gil

A praia é logo ali, depois daquelas montanhas.
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21 de Julho de 2008 - por gil
Em Curitiba.

Katia Horn, exibe album de recortes de jornal, em performance que uniu 5 países.
“A day in a life” é o resultado de um dialogo que vem se desenvolvendo entre artistas de diversos países através do “Upgrade International“, que reúne artistas de mídias digitais em trabalhos colaborativos de network e interatividade virtual.
Para as comemorações do aniversário de Münich - que completou 850 anos de fundação da cidade - preparou-se um “streaming de audio e video” em tempo real no dia 19 de julho, data do aniversário, integrando as cidades de Münich (Alemanha), Curitiba (Brasil), Skopje (Macedonia), Brisbane (Australia) e Brighton (Inglaterra). A performance, com duraçao de 1 hora, ocorreu na Wittelsbacherplatz em Münich, com projeção em telão das imagens e áudio simultâneas destas cinco cidades, e contou com a participaçao de artistas locais e grupos performáticos. Autoridades administrativas da cidade de Münich e do Estado da Bavaria tambem estiveram presentes no local.
Em Curitiba o evento ocorreu no Passeio Público no sábado dia 19 de Julho às 9 horas da manhã, no lado da rua Carlos Cavalcanti, próximo a feira de produtos orgânicos. Uma tenda foi montada no local para abrigar o evento.

Katia Horn e Stephany Mattanó executaram a performance, fazendo a integração com o público e oferecendo um bolo de aniversário. Houve também a apresentação da Família Horn e a interpretaçao de “Alice Crescendo”, peça musical de Octavio Camargo, - que estava em Münich neste dia e coordenou a apresentação local através da transmissao via streaming - pelos músicos Sergio Albach (clarinete), Helio Brandão (saxofone), Odacir Mazzarolo (oboé), Guto Horn (teclados) e Danilo (vibrafone).



A festividade em Curitiba contou com o apoio do Instituto Goethe, Fundaçao Cultural de Curitiba, COPEL, Policia Militar do Paraná e Paraná Esporte.
Em Munich. Fotos: Sybille Loew.




Em Brisbane. Fotos: Suzon Fuks



Em Brighton. Fotos: Claudia Kappenberg





artistas responsáveis:
Horst Konietzny- Munich/Alemanha
Octavio Camargo - Curitiba/Brasil
Boris Petrovisky - Skopje/Macedônia
Suzon Fuks, James Cunningham e Helen Jamieson - Brisbane/Australia
Claudia Kappenberg - Brighton/Inglaterra
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