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retratos prediletos - claudete pereira jorge e helena portela - atrizes

domingo, abril 25th, 2010

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Imagens produzidas para divulgação e programa do espetáculo “Medéia”, em cartaz no Guairinha a partir de 13 de maio.

Medéia assusta porque existe. Não é uma ficção
A subtração dos direitos de uma pessoa leva a consequências trágicas. Isso acontece sempre. Não se restringe à uma época ou à um território. Medéia é banida da cidade do dia para a noite, por ser estrangeira, por não interessar mais a Jasão, por ser incômoda.
Medéia se reproduz onde não há cidadania

Ela é expulsa pelas leis locais que não a reconhecem. Medéia não tem para onde ir, não pode retornar à Cólquida, ela se vê acoada, constrangida, seu marido a troca por uma grã-fina de Corinto, filha do rei Creonte.
Medéia é a violenta reação à violência

O sentimento de revolta, a injustiça, não transforma o mal em bem. A vítima retorna com uma crueldade ainda maior que a de seu agressor: explode colete de bomba.
Medéia é jogada na lama e vira areia movediça

Nem Jasão, honorável homem de sua época, chefe da expedição que resgatou o Velocino de Ouro, conseguiu levar a melhor com Medéia. É a justa paga por subestimar quem se encontra numa posição frágil, por imaginar que o poder lhe dê garantias de impunidade.
Medéia é o beijo que se transforma em tiro na boca

Na origem do delírio homicida está a subtração do afeto, o desaparecimento de qualquer lógica emotiva. A transformação da proximidade em abismo e distância engendra monstros. As maiores vinganças ocorrem entre seres afins.
Marchioro e Medéia

A montagem de Marcelo Marchioro põe uma lente de aumento na ambivalência emotiva da personagem de Eurípedes, na polifonia de vozes que determinam sua ação. Sua adaptação nos permite visualizar de forma clara o monólogo interior da infanticida, perceber sua dimensão humana, acompanhar a crise de consciência de Medéia projetada na relação com o seu duplo, a Ama, que estrangeira como ela, igualmente vinda da Cólquida, é sua serviçal e cúmplice na efetivação da terrivel vingança.
Octavio Camargo

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O diretor Marcelo Marchioro e a atriz Claudete Pereira Jorge estão prestes a realizar o desejo antigo de montar Medeia, a tragédia infanticida. Chegaram a pensar em fazer um solo, mas acabaram alterando o plano para incluir em cena a filha de Claudete, a também atriz Helena Portela. À jovem coube o papel da ama, uma espécie de extensão da protagonista: sua cúmplice e a indutora de seus crimes.
Pela voz da ama ecoam as falas dos outros personagens que habitariam a tragédia escrita por Eurípedes em 431 a.C, mas, foram suprimidos nesta versão. As únicas figuras masculinas preservadas viraram imagens estáticas: não passam de uma sombra (provável solução para a presença de Jasão, o marido que abandona Medeia) ou um estandarte (o rei Creonte) ao fundo do palco. Nessa operação, perto de metade do texto original foi subtraído.
Cinco anos se passaram desde que Marcelo Marchioro dirigiu suas últimas montagens, a peça Pico na Veia e a ópera Gianni Schicchi, de Puccini. De volta à ativa, o diretor se dedica a um texto clássico, identificando nele atualidade e proximidade: “Nossa vida é uma tragédia”, diz justificando por que montar a peça agora. E completa: “A Medeia é nossa vida. Na semana passada, um homem matou dois filhos e se jogou de um prédio.”

“Medeia era uma bárbara. Veio de uma sociedade matriarcal e se viu, por amor, na sociedade grega onde a mulher não tinha a menor voz, onde o filho é do pai, não da mãe. Ela traiu pai e mãe e matou o irmão por esse homem. Está perdida, sendo banida, e seus filhos com certeza serão mortos”, descreve Claudete. E conclui, sobre essa mulher contraditória: “Para Medeia, matar os filhos não é só vingança, é instinto de proteção.”
Luciana Romagnolli - Gazeta do Povo, 25/04/10

Serviço: Medeia. Guairinha (R. XV de Novembro, s/n.º), (41) 3315-0979. Texto de Eurípedes. Direção de Marcelo Marchioro. Com Claudete Pereira Jorge e Helena Portela. Estreia dia 13 de maio, às 21 horas. Sexta e sáb. às 21h e dom. às 19h. Ingressos a confirmar.

guido viaro - auto retratos

quarta-feira, fevereiro 24th, 2010

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óleo sobre tela /1914 - 31,5×32 cm.  Acervo da família.

Viaro por ele mesmo

Alguém perguntou-me uma vez o que eu era. O que eu era? Confesso que até então nunca tinha pensado nisso. De fato, o que eu era? Como eu sou? Meu retrato? Retrato físico ou moral? Fiquei perplexo a tal pergunta, não soube responder. Geralmente tenho resposta pronta, mas aquela vez fiquei de boca aberta como um pateta. Como eu era? Que significava isso? Mas para que? Nunca me tinha proposto esta questão. Havia alguma necessidade de saber o que uma pessoa era: mera curiosidade ou finalidade especulativa? Afinal a gente é o que é — com seus brancos e pretos —, sua particular elasticidade para poder adaptar-se, para melhor se locomover, para invadir o campo branco, hoje, e amanhã o preto se for necessário, segundo as necessidades que a própria vida impõe ao sujeito.

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óleo sobre tela /1934 - 39×44 cm.  Acervo da família.

Como sou eu? Isso que é bonito! Eu sou o que sou; o espelho me fala a mesma linguagem de sempre, clara e insuspeita, sobre isso não tenho ilusões. Até os dias são contados pelo frio e indiferente amigo. Mas esse amante não parece interessar-se pela imagem física, quer conhecer a outra, aquela que nem o espelho e nem a foto revelou jamais a ninguém. Como se pode, então, descobrir o monstro que está escondido no fundo de nosso ser, assim sem prévio cerimonial, assim displicentemente? Apresentar ao lado de um Leo forte e sadio, o outro Leo raquítico ou vesgo? Um sósia que o mundo não pode aceitar por não ser a cópia autêntica do outro… ora, quem acreditará nesta figura que leva o mesmo nome, a mesma altura, os mesmos olhos, se vista obliquamente exibe toda a falsidade da primeira e a contrafação da segunda?

Então que queres conhecer? Seria bom desistir, amigo. Há mil séculos que tu vês criaturas que buscas em mim? Por que me segues olhando duro ou serenamente a todos os minutos que apareces? Por que és minha própria sombra? Por que te escondes e apareces de repente? És mais cômico do que trágico amigo. Será que ainda não pudeste entrar pela porta de serviço e espiar a teu prazer a pantomima? Os bastidores acolhem serenos e o pano de boca, veda? Será que tua perspicácia não alcançou a safadeza no olhar dos vendilhões de feira? Devias tudo ter adivinhado, mas, como queres tanto saber o que sou, vou te contar simplesmente o que sei.

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óleo sobre tela /1935 - 43×44,5 cm.  Acervo da família.

Nasci nu como os outros, em terra longínqua muito pobre e bonita. Meus pais fizeram tudo para mim, não correspondi porém às esperanças deles. Às vezes tenho remorsos disso, já é tarde (não pensem que o digo por cinismo), o que posso fazer agora? Nada. Com vinte anos, a política me pegou pelos cabelos e me empolgou ao ponto de ser chutado logo depois. Por quê? Por falta de equilíbrio, exorbitância de limites e outras coisas. Viajei um pouco, conheci homens de bem e maus sujeitos, sofri fome, que é o penúltimo dos tormentos. Quase sempre fui mal interpretado, embora sendo franco e honesto. Foi justamente neste setor humano que a sociedade sempre se equivocou. Por quê? Porque o homem social sempre foi ser fictício, um ser forjado de acordo com o ambiente, geralmente um boneco consciente com finalidades determinadas. O ser “fauve” nunca foi apreciado, nenhuma sociedade por mais livre pode aceitar o indivíduo que diz na lata o que sente e o que pensa. Pode, à primeira vista, achar graça, engolir sabiamente a pílula, segundo a ciência oriental, mas em seguida — logo que puder — afunda o sujeito sem dó nem piedade.

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óleo sobre tela /1935 - 23×27,5 cm.  Acervo da família.

Queres saber o que sou? Sou, no final de contas, um pobre diabo como tem tantos, talvez mais ainda que os tantos por ser visionário. Gostaria de ser útil; gostaria de fazer grandes coisas, o sonho me empolga — não à maneira das donzelas — mas depois… vejo, com nenhuma surpresa, que os sonhos eram castelos de papelão e que só resta ao homem o trabalho honesto e consciente.

Às vezes quero ser um forte, ter coragem, me bater à maneira antiga, mas cadê coragem? No fundo sou profundamente covarde (não tenho medo de mim mesmo porque em tal caso seria parecido com a anedota espanhola), mas, que o Sancho Pança tem grande atuação em mim é um fato, não posso negá-lo. Artisticamente não sou ainda um fracassado, graças às qualidades da vontade.

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óleo sobre tela /1947 - 35×49 cm.  Acervo da família.

Eu não sou um pintor nato, mas um artista em caminho. Até agora nada de notável produzi, colhi muitos elementos, anotações em quantidades. Explorei até os meus próprios sedimentos para ver se achava elementos novos que me facilitassem a escalada da montanha, sem nada ver, sem nada encontrar, só escombros e cadáveres de outros esforços mal digeridos. Quanto é difícil, Senhor, fazer alguma coisa sadia. Olhando distraidamente uma noite estrelada e considerando em seguida nosso arcabouço, não preciso dizer mais nada e depois a outra advertência: apodrecemos, que tal?

g-002_img_0510-gv-1950-auto-retrato-137x117cm-zincogravura-acfamilia-nmgvzincogravura /1950 - 11,7×13,7 cm.  Acervo da família.

Creio na amizade e ainda mais na inimizade. Destas tenho muitas e que muito me honram. Amizades bem poucas e todas conquistadas com bastante paciência. Tenho poucos apreciadores sinceros, de certo não se pode esperar por uma conquista total, uma vez que aqueles que nos são parecidos são poucos: devem ser poucos, de fato, e entre esses devem ser considerados aqueles anônimos que vivem ligados ao nosso espiritualismo, pelos fios invisíveis das analogias interiores. Já este fato de termos gente que nos entende faz com que as torturas e as dúvidas de que somos constantemente assaltados se tornem menos doloridas.

Essas torturas morais refletem no físico, uma necessidade contínua de se movimentar, de falar, de atacar sem motivo os outros, por que isso? Para esvaziar a vesícula, para não arrebentar. O que me faz parar alguns tempos sem falar e sem destilar veneno é a pintura. Aí no campo posso ficar duas, três e quatro horas sem nada pedir, preocupado em interpretar a natureza, tentando harmonizar o de fora com o de dentro, de maneira a me satisfazer pessoalmente. Poucas vezes consigo isso. Outras, estou no campo e pinto coisas que não tem nada com as que estão diante dos olhos, mas estou no ambiente e isto me basta.

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óleo sobre papelão /1954 - 48,5×65 cm.  Acervo da família.

Tentei várias vezes fazer vida de atelier, como muitos conhecidos fazem, entrar e sair a hora fixa, não resisti, porém, muitos dias. Um horário fixo me oprime como um pesadelo, e a mais, tenho a impressão que o tempo escraviza o homem de tal maneira a fazer dele um ser avesso, que contraria todas as leis, principiando por aquela do bom senso. Fazer tudo a hora fixa, como se fosse uma máquina, para se mostrar alguém excelentemente organizado é bem forte. O homem deve ser o que ele é, sem o uso da lixa.

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óleo sobre tela /1959 - 40×50 cm.  Acervo da família.

O homem galvanizado de hoje é meio homem, assim ele paga o próprio tributo social. Dizia que o atelier é excelente amigo da gente quando se quer trabalhar, quando se é perseguido por alguns fantasmas, por alguns amantes e a gente, de dentro do atelier pode responder: não estou, não tem ninguém! O atelier é bom para pensar, para estudar e assentar notas. É bom porque contém todos os nossos esforços, uma parte dos nossos pensamentos, pensamentos que nos custaram dias e noites de insônia. Embora tudo isso represente uma parte de vida interior, tem dias que não podemos ficar nem um minuto nesse ambiente.

Dias em que negamos tudo o que fizemos, tudo o que está dentro como se fosse um lugar de mentira. Mas, não seria mentir mesmo tudo o que nós fazemos? Não será talvez uma contrafação pueril da natureza o que grafamos sobre um piano, mesmo alcançando o essencial que é a poesia? Tudo o que sai de dentro e que não tem a feição comum das coisas que o mundo está habituado a ver diariamente seria pacotilha ou a verdadeira confissão da alma? E esta displicente confissão que representa a essência do ser e que o mundo exterior clama pela irrealidade, não seria um caminho falso que leva ao abismo?

Nada sei. Sei que só me resta trabalhar tenaz e continuamente para poder, um dia no fim da vida, dizer que consegui pouco em tanto esforço, mas fiz alguma coisa.

Guido Viaro - Revista Joaquim #18 - maio de 1948.

Link para página do Museu Guido Viaro,  inaugurado em 10/11/2009, em Curitiba - PR

Link para post sobre Pintores da Paisagem Paranaense.

* as  reproduções apresentadas neste post foram gentilmente cedidas por Tulio Viaro, cineasta e neto do artista. Publicarei na sequência outras séries de pinturas, na intenção de trazer à público parte da pictografia paranaense, ainda pouco disponibilizada na internet.

a função social da arte - por ferreira gullar

sábado, janeiro 23rd, 2010

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“Veja bem, a primeira função social da arte é a arte mesma. Porque a arte, em primeiro lugar ela amplia a vida das pessoas, ela dá alegria, ela enriquece a vida das pessoas. A sociedade é inventada, a vida é inventada, nós nos inventamos a nós mesmos, não arbitrariamente, mas, se eu tenho determinadas necessidades eu me invento na direção das minhas necessidades e se eu tiver capacidade eu vou avançar e de uma maneira ou de outra eu me invento escritor, eu me invento jogador de futebol, eu me invento fotógrafo, eu me invento cineasta, jornalista. Então a vida, ela é inventada. A religião é uma invenção do ser humano que ele necessita para responder as questões que não tem resposta. O mundo não tem sentido e a religião dá sentido ao mundo. Pra quem acredita na religião as coisas estão explicadas de alguma maneira. Por que é que existe o mundo? Não tem resposta. Por que é que existe algo ao invés de nada? Não tem resposta. A ciência e os cientistas não tem resposta. Mas, se Deus criou o mundo, acabou-se, tá respondido, tá certo?”

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“Então a arte foi uma das coisas que o homem criou pra inventar o seu mundo, porque o ser humano é um ser cultural, ele não é um ser estritamente natural. Ele nasce da natureza, mas, ele vive no mundo da cultura, quem vive na natureza é macaco, onça, jacaré… o homem vive no mundo da cultura. A cidade é inventada pelo homem, é uma coisa complexíssima, já imaginou quanta coisa existe, quanto equipamento existe pra essa cidade funcionar? É uma invenção extraordinária do ser humano, onde ele vive. É o mundo dele, que ele criou. Então a arte é parte desse mundo, ela não é a verdade, ela não tem por função dizer a verdade verdadeira que ninguém viu, pelo contrário, o Picasso diz: “a arte é a mentira mais verdadeira que a verdade”. É mentira quando o Drummond diz: “Como aqueles primitivos que carregam consigo o maxilar inferior dos seus mortos, eu te carrego comigo, tarde de maio”, é mentira, mas, é lindo né! Então tá aí a função da arte, o cara lê isso e ele fica feliz, a vida dele é mais rica. A arte não tem uma única função, mas, basicamente ela faz parte da construção do mundo imaginário de que o homem necessita pra viver, pra existir, pra construir a sua vida.”

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Ferreira Gullar em sua residência, no Rio de Janeiro, em 14/01/2010. Imagens produzidas para o projeto “Centro Popular de Cultura da UNE (1959-1964) - Encontros e desencontros entre arte, política e educação.” de Ana Carolina Caldas.

boteco bohemia 2009 - festas da saideira

segunda-feira, dezembro 21st, 2009

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Equipe Do Brasil Eventos, durante a montagem da festa  na fábrica da Ambev, em Curitiba.

“A Festa da Saideira é o gran finale do Boteco Bohemia, o momento de celebrarmos o resultado de um mês dedicado a busca do melhor petisco da cidade. A idéia é que o evento seja uma confraternização entre os bares participantes e os consumidores de Bohemia, que poderão aproveitar a ocasião para degustar todos os petiscos concorrentes ao som de música de qualidade”
Maria Fernanda Albuquerque, gerente de marketing de Bohemia.

A documentação  das Festas da Saideira dos Botecos Bohemia Curitiba e São Paulo 2009, produzidas para a Trip Editora e Do Brasil Projetos e Eventos, se dividiu em 6 tópicos, clicados, como sempre, nas condições existentes de luz e sem produção:

1 - Apresentações artísticas:

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CLIQUE E OUÇA - É isso aí
Casuarina
Composição: Sidney Miller

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CLIQUE E OUÇA - Canto de Ossanha
Casuarina
Composição: Vinícius de Moraes e Baden Powel

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CLIQUE E OUÇA - Timoneiro
Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho

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CLIQUE E OUÇA - Dança da Solidão
Paulinho da Viola

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CLIQUE E OUÇA - Nascer e florescer
Velha Guarda da Portela
Composição: Mania

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CLIQUE E OUÇA - Minha vontade
Velha Guarda da Portela
Composição: Chatim / 1955

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CLIQUE E OUÇA - Cara Valente
Maria Rita
Composição: Marcelo Camelo

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CLIQUE E OUÇA - Veja bem meu bem
Maria Rita
Composição: Marcelo Camelo

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CLIQUE E OUÇA - Linha de Passe
Banda Mantiqueira
Composição: Pixinguinha

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CLIQUE E OUÇA - Barraco Dourado
Bangalafumenga

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CLIQUE E OUÇA - Mãe d`água
Bangalafumenga

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CLIQUE E OUÇA - 1 X 0 - por Pixinguinha
Variado Social (Clayton Rodrigues, Jairo Wilkins, João Egashira, Julião Boêmio e Leandro Teixeira)
Composição: Pixinguinha

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CLIQUE E OUÇA - Tigresa
Banda Black Rio
Composição: Caetano Veloso

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CLIQUE E OUÇA - Diariamente
Dj Patife - Voz: Camila Andrade
Composição: Nando Reis

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CLIQUE E OUÇA -Link
Dj Patife - Voz: Laura Finnochiaro

2 - Perfil do público:

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- “Mulher feia é como pantufa. Dentro de casa até vai, mas, na rua dá uma vergonha…” (anônimo)

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- “Metade do meu dinheiro eu gastei em mulheres e cerveja. A outra metade desperdicei.” (anônimo)

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- “Pior que cuspir no prato que comeu é comer no prato que cuspiu.” (Chico Xavier)

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- “A mulher foi feita da costela, imagina se fosse do filé…” (anônimo)

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3 - Degustação e venda de produtos Bohemia e petiscos.

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- “Arribaaaa, abajooo, ao ladooo, ao centrooo e a dentrooooooo!”

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- “Galera, meu cartão não tá passando!…”

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- “Quem gosta de velha é pêlo no queixo!” (anônimo)

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4 - Bastidores da produção:

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- “Se sua sogra é uma jóia, nós temos a caixinha.” (Funerária São José)

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- “Se o horário oficial é o de Brasília, por que a gente tem que trabalhar na segunda e na sexta?”

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5 - Presença da marca no evento:

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- ”A culpa é minha e eu ponho ela em quem eu quiser!” (Homer Simpson)

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- “Não beba água, os peixes transam nela.” (anônimo)

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- “Se não puder ajudar atrapalhe. Afinal o importante é participar.” (anônimo)

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- “Toda mulher gosta de apanhar. O homem é que não gosta de bater.” (Nelson Rodrigues)

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6  - Consumo responsável:

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- “Todo chavão abre uma grande porta.” (anônimo)

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- “Promoção! Peça fiado e ganhe um não!”

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Link para página oficial do Boteco Bohemia

21º crystal fashion - curitiba - bastidores

domingo, novembro 15th, 2009

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No vigésimo primeiro Crystal Fashion, fotografado para a Mcomm:, o briefing foi o de retratar os bastidores e as celebridades presentes nos desfiles para utilização em assessoria de imprensa. Evento curitibano de moda de maior expressão nacional, o “Crystal” se caracteriza por ser voltado ao consumidor final e mostrar as coleções que já estão nas vitrines das lojas, atraindo milhares de expectadores interessados em novidades do mercado e autógrafos!

alexandrelinhares_xxicrystalfashion_foto_gilsoncamargo_curitiba2009outubro1Alexandre Linhares, representante curitibano com a marca Heroína, customizando roupas na entrada do evento.

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Alexandre Herchcovitch, no backstage durante o desfile da sua marca e no lounge de um apoiador.

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Fiorella Mattheis - para TNG.

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Fabí­ula Nascimento e Ranieri Gonzales - para Gazetinha

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Desfile de vassouras na limpeza da passarela entre uma e outra apresentação.

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Mariana Weickert nos camarins do desfile para a Forum, e com a parceira de trabalho no GNT Fashion, Lilian Pacce, esperando a dedicatória nos seus livros “Pelo Mundo da Moda” e “Ecobags”.

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paolaorleansebraganca_foto_gilsoncamargo_xxicrystalfashion2009outubro2Paola Maria de Sapieha-Rozanski e Bourbon-Orleans-Bragança. Princesa do Brasil, nascida em Londres, modelo e disk jóquei.

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Luana Piovani - para Mixed

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Kayky Brito, na sala de imprensa, e fila de entrada, para a Triton.

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Carol Castro, para Rosa Chá e durante a maquiagem.

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Alberto Hiar, proprietário da Cavalera, com o ator Miguel Rômulo. Desfile com trilha sonora sampleada de: Inocentes, Adoniran Barbosa, Racionais Mc`s, Caetano Veloso e Paulo Vanzolini. Na imagem abaixo, “Turco Loco” declarando seu amor.

CLIQUE E OUÇA: Pânico em SP
(Inocentes- 1986)

As sirenes tocaram
As rádios avisaram
Que era pra correr
As pessoas assustadas
e mal informadas
Se puseram a fugir sem saber por que

Pânico em SP, pânico em SP, pânico em SP (2x)

O jornal, a rádio, a televisão
Todos os meios de comunicação
Neles estava estampado
O rosto de medo da população

Pânico em SP, pânico em SP, pânico em SP (2x)

Chamaram os bombeiros
Chamaram o exército
Chamaram a Polícia Militar
Todos armados
Até os dentes
Todos prontos para atirar
Havia o que?

Pânico em SP, pânico em SP, pânico em SP (2x)

Mas o que eles não sabiam
Aliás o que ninguém sabia
Era o que estava acontecendo
Ou o que realmente acontecia

Pânico em SP, pânico em SP, pânico em SP (2x)

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Link para página oficial do evento.

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Adriane Galisteu, prestigiando a marca de Alexandre Iódice.

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Crystal Fashion - A moda na garagem.

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mestre ariano - o sucesso e o êxito

quinta-feira, outubro 29th, 2009

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Ariano Suassuna durante coletiva de imprensa em Curitiba, por ocasião de sua participação no projeto “Vozes de  Mestres - Festival Internacional de Cultura Popular”.

Eu faço muita distinção entre êxito e sucesso. Quem é que vai se lembrar da Madonna no século 22 ou 23? Sucesso por natureza é uma coisa efêmera, passa logo. Eu duvido se você se lembra do nome do maior violinista do século 18… lembra? Não, nem eu. Do século 19 ainda lembro, foi Paganini, mas, do 18 já não sei mais, e olha que ser violinista ainda é um negócio importante. Agora imagina as Bandas Calypso do século 18? Daqui há 20 anos já ninguém lembra, quanto mais daqui a  200! Isso é o sucesso.”

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“Aí­ alguém diz: Você tá sendo melancólico. Ora, a coisa mais melancólica do mundo é roqueiro velho, não é não? Quando é jovem ainda vai, mas, depois de velho é muito melancólico. Esses dias eu tava vendo na tevê os Rolling Stones e foi a coisa mais melancólica que eu já vi, aquilo… aquele bando de velhinho, mais velhinho do que eu, se vestindo de moço e tocando aquelas guitarrinhas. Nhóin Nhóin Nhóin. Muito melancólico… falta de compostura!
Euclides da Cunha não tem nem um décimo do sucesso e é muito menos conhecido do que qualquer banda punk funk por aí, mas, vai atravessar os séculos! Os Sertões é um êxito! Enquanto houver a língua portuguesa, enquanto existir um país chamado Brasil a gente vai saber que um homem chamado Euclides da Cunha escreveu um livro fundamental pra formação da nação. Como Guimarães Rosa escreveu Grande Sertão Veredas. É o que eu chamo de êxito.”

ruídos… sons da minha infância - laura veiga de camargo - antonina / pr

terça-feira, julho 14th, 2009

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A partir do Mirante da Pedra, vista do Centro de Antonina, da região portuária da cidade e da Ponta da Pita. Ao fundo a baía e o município de Paranaguá.

Um, apito? está chegando um navio. Corro às escadas do sobrado. Eu e Arlete olhamos pela janela lateral. Ficamos lá, curiosidade boba, olhando, querendo adivinhar aquele ponto escuro lá longe, na entrada da baía. Será que é do Matarazzo? O Lídia? Todos os navios do Matarazzo tinham nomes femininos. Das irmãs do Conde.
Quantas namoradas ansiosas esperam… esposas e filhos também, os marinheiros casavam e aqui deixavam suas famílias. Criavam raízes e muitos se tornaram nossos.
Também podia ser o navio de passageiros do Lage. Henrique Lage tinha uma companhia de navegação, a Costeira, os navios sempre com nomes começados com Ita: Itaquera, Itapuca, etc., o Ita foi muito importante pra Antonina. O agente era o senhor José Thomaz do Nascimento, pessoa simpática e muito querida por todos os antoninenses, “o vovô Juca” dos meus filhos. Um contador de histórias de primeira, figura maravilhosa.
Quando chegavam na cidade era uma festa! Certa vez um desses navios trouxe Procópio Ferreira e sua companhia de teatro. Fez uma apresentação no nosso lindo Teatro Municipal, imaginem, foi fantástico. Aconteceram outras vezes óperas famosas, pessoas especiais por aqui passaram.
Madrugada… o som do martelo… senhor Alberto Colecci. Era carpinteiro e emérito marceneiro, que fazia também caixões para nossos mortos. Era um italiano bonito, barrigudo, olhos azuis, todo mundo gostava dele. Quando ouvíamos o martelo bater de madrugada, já nos vinha um pensamento: “quem será que morreu?”.
Outro apito, bem diferente do primeiro. Este é mais perto, forte, contínuo. O trem chegando. A Maria Fumaça. Jovens que esperam seus amores, familiares chegam de longe e as pessoas aglomeradas, ansiosas, esperam na pequena e bonita estação a chegada do trem.
O apito da partida é mais rápido. As vezes triste. Vai levando gente querida… e lá sobe o trem o Morro do Machadinho!
Feito engraçado: às vezes, por falta de “pressão” volta o comboio até a estação e as pessoas que tinham ficado ali, paradas, tristes, se alegram pois, oportunidade maravilhosa de ver mais uma vez o rosto querido, e as vezes até dava pra tocar na mão ou um beijo rápido. Na segunda vez, arranca e vai mesmo. Adeus.

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Centro de Antonina, ao fundo a igreja de Nossa Senhora do Pilar (matriz).

Madrugada, aquele barulho de uma máquina. Não se dorme? Ou dorme-se? Acostuma-se com o barulho e até se acha agradável. É o João Leite editando o Jornal de Antonina. Amanhece, segunda-feira e ele tem que entregar o jornalzinho. Escreve, edita, compõe os tipos, revisa e imprime. Devia haver uma estátua para o João Leite em Antonina. Merecia. Homem de Valor. Do jornal inteligente, político e bem humorado. Lembro de umas muito boas. “Garanta um elogio póstumo assinando o Jornal de Antonina“, ou então: “Aniversariou a menina mais bponita de Antonina, Lurdinha (era sua filha) e Laura veio cumprimentá-la e trouxe um sabonete de presente(?!!). Contava que seu jornal foi o primeiro do Brasil a ser punido pela “lei da imprensa”. Motivo; tinha um cachorro de estimaçao (raça vira-lata) que o dia todo dormia tranquilamente em frente a tipografia, mas, se aparecia na esquina do Grupo Escolar Brasílico Machado alguém com quem ele não simpatizasse acompanhava a vítima até o posto Texaco, latindo sem parar. Certa vez levou umas bengaladas que o deixaram bem machucado. Seu dono não teve dúvidas, foi ao juiz de direito dar queixa. Não deram a “mínima”! Na próxima edição o jornalzinho trouxe na primeira página, como manchete o acontecimento com o título: “Justiça P…” Foi apreendido o jornal. Naquela semana não ganhou nada, coitado do João Leite.
Bem… Belelém… bate o sino da igreja de São Benedito… não dá pra esquecer. Amanhecendo… a procissão do “Encontro”. A imagem de Nossa Senhora encontra a imagem de Cristo ressuscitado. Dona Sandra Mussi, como Verônica. Toda de preto, véu cobrindo o rosto, canta uma música belíssima com uma voz cheia de encanto. Um belo teatro! Emoção sem tamanho! Momento de magia! Daí segue a procissão até a igreja Matriz para a missa. Bate o sino… chama o povo para a reza.
Lá está a imagem bonita de Nossa Senhora do Pilar, representando a luz que iluminará sempre Antonina, esperando de seu povo bondade, trabalho, solidariedade é fé cristã. Amor, amor e amor. Amém.

Laura Veiga de Camargo, capelista autêntica, viúva de Geraldo, mãe de Geraldo Leão e Rafael Camargo, artistas criativos, e Alexandre, empresário.

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Imagem de Nossa Senhora do Pilar, em frente a igreja Matriz.

xx crystal fashion - curitiba - bastidores

terça-feira, maio 5th, 2009

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Mariana Weickert - para Pura Mania - e após o desfile.

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Raphael Sahyoun, proprietário da marca Bob Store acompanha a maquiagem da modelo Marcele Bittar.

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Preparação para entrada do desfile infantil das marcas Lilica & Tigor.

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Dado Dolabella - para TNG - e com as camareiras do evento.

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Ana Claudia Michels - para Saad.

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Ricardo Tozzi - para Rosa Chá.

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Luli Muller - para Liliana Castellanos.

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Paulo Zulu e Luana Vanzella - para Indiada.

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Renato Kherlakian e sua criação especial para os 10 anos do evento.

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Rafinha, ex-BBB. Astro do evento na quinta-feira, vestindo a causa do Hospital Pequeno Principe - assédio constrangedor.

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Fila no backstage para entrada na passarela.

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Link para página oficial do evento.

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Crystal Fashion - A moda na garagem.

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efigênia rolim - rainha do papel

segunda-feira, abril 13th, 2009

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“- O lixo pra muita gente é uma monstruosidade, só um monstro que trabalha com lixo, como é que eu posso levantar o lixo e transformar em vida, né!
“Hoje eu sou um tripulante
Vivo sempre viajando
Nesse mar aqui distante
Sempre te procurando
Peguei o meu conta-gota
Comecei a pingar
Pingando uma gota na outra
Fui até formar o mar
Você do lado de lá
E eu do lado de cá…

- O nosso planeta Terra tá sucateado gente…será que vocês não tão vendo? Olha, ou consciente ou inconsciente, o nosso planeta tá sucateado…então, isso aqui é só o que vocês tão vendo…o que vocês não tão vendo…tem muito mais!
“É um pouquinho de loucura que está dentro de mim,
Eu vou mostrar pras criatura que a vida é sempre assim.”
- Sou a contadora de histórias Efigênia Rolim, rainha do papel, artista, performance. Canto e danço e mostro as minhas loucura.”

Imagem produzida na Grande Garagem que Grava, Curitiba, em 27/03/2009.
Texto extráido do vídeo “Intervalo - Efigênia Rolim“, de Roberto Kloss e Thaís Aguiar / 2007.
Link para vídeos sobre Efigênia.

livro de receitas - dra. zilda arns - soro caseiro

quarta-feira, abril 1st, 2009

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O soro caseiro é a maneira mais rápida de evitar a desidratação em crianças com diarréia.
A doença ainda mata cerca de 3 milhões de crianças nos países em desenvolvimento, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde. A desidratação pode levar à morte devido à perda de água, sais minerais e potássio.
Quando cuidadas adequadamente, a maior parte das crianças com diarréia evolui sem desidratação e, dentre aquelas que desidratam, 95% podem ser reidratadas por via oral.
A solução deve ser ministrada apenas para prevenir a desidratação ou quando ocorrerem os sintomas iniciais. Em casos agudos o paciente deve ser encaminhado imediatamente a um médico.
Um erro na concentração de sal e açúcar pode provocar convulsão numa criança desidratada. Para evitar erros na dosagem, a UNICEF divulga a utilização de uma colher-padrão que já apresenta as medidas para a sua preparação.
O soro caseiro é preparado dissolvendo-se duas medidas rasas de açúcar - medida maior da colher-padrão - e uma medida rasa de sal - medida menor da colher-padrão - em um copo de água limpa.
Ou 1 litro de água c/ 3,5g de sal (uma colher de chá rasa) e 40g de açúcar (duas colheres de sopa cheias).

mais informações: http://www.pastoraldacrianca.org.br