Arquivo de maio, 2007

pintores da paisagem paranaense

terça-feira, maio 29th, 2007

curitiba-1827-debret.jpg
Jean Baptiste Debret - 1827 (primeira imagem conhecida da cidade de Curitiba)

pgua-debret-sem-data.jpg
Jean Baptiste Debret - Paranaguá, sem data

pgua-debret-1827.jpg
Jean Baptiste Debret - Paranaguá, 1827

pgua-vista-do-sul-a-tres-leguas-debret-1827.jpg
Jean Baptiste Debret - Paranaguá vista Sul a três léguas, 1827

guaratuba-debret-1827.jpg
Jean Baptiste Debret - Guaratuba, 1827

cidade-de-castro-debret-1827.jpg
Jean Baptiste Debret - cidade de Castro, 1827

cachoeira-dos-dourados-john-henry-elliot-1855.jpg
John Henry Elliot - Cachoeira dos Dourados, 1855

cacada-a-anta-no-rio-ivai-franz-keller-1865.jpg
Franz Keller - caçada a anta no rio Ivaí, 1865

vista-de-ctba-joseph-keller-1865.jpg
Joseph Keller - vista de Curitiba, 1865

antonina-william-loyd-1872.jpg
William Loyd - Antonina, 1872

estacao-de-diligencia-de-ctba-hugo-calgan-1881.jpg
Hugo Calgan - estação da diligência em Curitiba, 1881

floresta-da-encosta-william-michaud-1890.jpg
William Michaud - floresta da encosta, 1890

superagui-william-michaud-sem-data.jpg
William Michaud - Superagüi, sem data

tropa-carregada-de-mate-descendo-a-serra-joao-leao-palliere.jpg
João Leão Pallière - tropa carregada de erva-mate descendo a serra, sem data

imagem-do-cadeado-andersen-sem-data.jpg
Alfredo Andersen - imagem do Cadeado, sem data

pontal-do-sul-andersen-sem-data.jpg
Alfredo Andersen - Pontal do Sul, sem data

porto-de-pgua-andersen-sem-data.jpg
Alfredo Andersen - porto de Paranaguá, sem data

queimada-andersen-sem-data.jpg
Alfredo Andersen - queimada, sem data

sapeco-da-erva-mate-andersen-sem-data.jpg
Alfredo Andersen - sapeco da erva-mate, sem data

rocio-no-litoral-andersen-1896.jpg
Alfredo Andersen - rocio no litoral, 1896

cataratas-do-iguacu-lange-de-morretes-1920.jpg
Lange de Morretes - cataratas do Iguaçu, 1920

paisagem-com-canoa-andersen-1922.jpg
Alfredo Andersen - paisagem com canoa, 1922

guaratuba-andersen-1925.jpg
Alfredo Andersen - Guaratuba, 1925

paisagem-de-curitiba-de-bona-1925.jpg
Theodoro De Bona - paisagem de Curitiba, 1925

paisagem-guaratuba-andersen-1925.jpg
Alfredo Andersen - paisagem de Guaratuba, 1925

passeio-publico-andersen-sem-data.jpg
Alfredo Andersen - passeio público de Curitiba, sem data

passeio-publico-guido-viaro-1936.jpg
Guido Viaro - passeio público de Curitiba, 1936

passeio-publico-joao-guelfi-sem-data.jpg
João Guelfi - passeio público de Curitiba, sem data

paisagem-oswald-lopes-1938.jpg
Oswald Lopes - paisagem, 1938

paisagem-com-pinheiros-guido-viaro-1940.jpg
Guido Viaro - paisagem com pinheiros, 1940

paisagem-paranaense-waldemar-curt-freyesleben-1943.jpg
Waldemar Curt Freyesleben - paisagem paranaense, 1943

lavadeiras-guido-viaro-1944.jpg
Guido Viaro - lavadeiras, 1944

ilha-do-mel-de-bona-1946.jpg
Theodoro De Bona - Ilha do Mel, 1946

paisagem-kurt-boiger-1948.jpg
Kurt Boiger - paisagem, 1948

vila-n-sra-da-luz-dos-pinhais-arthur-nisio.jpg
Arthur Nisio - Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais

“O quadro de Arthur Nísio, aqui denominado “Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais”, na verdade, foi denominado pelo autor de “Procissão no Tamanduá” e retrata exatamente isso: Uma procissão na Capela de Nossa Senhora da Conceição de Tamanduá, em Tamanduá, hoje município de Balsa Nova/PR.
Para pintar esta maravilhosa obra, Arthur Nísio hospedou-se em casa de minha avó, Dª. Maria Clara Bruel, naquela região. A capela lá está, hoje restaurada, onde, a qualquer momento poderá ser confirmado o fato.”

comentário do leitor Georges Jean Bruel Filho

rei-solitario-lange-de-morretes-1953.jpg
Lange de Morretes - rei solitário, 1953

largo-da-ordem-paul-garfunkel-1957.jpg
Paul Garfunkel - Largo da Ordem. Curitiba. 1957

amplo-horizonte-de-bona-1969.jpg
Theodoro De Bona - amplo horizonte, 1969

cacique-tindiquera-escolhe-o-local-de-ctba-de-bona.jpg
Theodoro De Bona - Cacique Tindiquera indica o local da fundação de Curitiba

morretes-de-bona-1969.jpg
Theodoro De Bona - Morretes, 1969

pinheiros-1-miguel-bakun-sem-data.jpg
Miguel Bakun - pinheiros 1, sem data

pinheiros-miguel-bakun-sem-data.jpg
Miguel Bakun - pinheiros, sem data

plantacao-de-trigo-guilherme-matter-sem-data.jpg
Guilherme Matter - plantação de trigo, sem data

pinheiros-de-bona-1979.jpg
Theodoro De Bona - pinheiros, 1979

mercado-paranagua-paul-garfunkel-1979.jpg
Paul Garfunkel - mercado de Paranaguá, 1979

festa-de-polacos-paul-garfunkel-1979.jpg
Paul Garfunkel - festa de polacos, 1979

pca-tiradentes-paul-garfunkel-1979.jpg
Paul Garfunkel - praça Tiradentes. Curitiba. 1979

Imagens reproduzidas do livro “Pintores da Paisagem Paranaense”, editado pela livraria e editora Solar do Rosário Curitiba/PR/Brasil

cena 11 cia. de dança - “pequenas frestas de ficção sobre realidade insistente”

sexta-feira, maio 25th, 2007

cena11fblog2.jpg

Em “PFdFSRi”, oitavo espetáculo do grupo catarinense patrocinado pela PETROBRAS, permanecem características marcantes dos trabalhos anteriores, como o embasamento teórico e a técnica diferenciada de dança. Música ao vivo, guitarra, voz. Nos detalhes, sutilezas que permitem que uma história seja contada. Há ursos de pelúcia, bichos empalhados e a cachorra Nina, da raça border collie, presente em SKINNERBOX, continua com o elenco em nova participação.

cena11blog01.jpg

cena11blog60.jpg

cena11blog671.jpg

cena11blog65.jpg

cena11gweblog1.jpg

Uma coreografia de evidências e contos

Caracterizado por ser uma Companhia de dança na qual a confluência entre teoria e prática direciona os objetivos artísticos, o Grupo Cena 11 Cia. de Dança nos últimos quatro anos propôs que sua produção coreográfica fosse tratada como um processo em constante desenvolvimento, tendo como patamares de estabilidade as formulações artísticas que leva à público.
Seguindo esta trajetória, “pequenas frestas de ficção sobre realidade insistente” (PFdFSRi), espetáculo criado por meio do prêmio Funarte PETROBRAS de Fomento à Dança, foi primeiramente apresentado no formato de work in progress em junho de 2006 no Festival In Transit em Berlim, participando também nos Laboratórios de troca de informação que compunham a programação do evento. Em novembro de 2006 teve sua pré-estréia em Florianópolis,levando ao palco sua primeira proposta de organização como espetáculo.
Em 2007, o Grupo Cena 11 Cia. de Dança propõe a estréia e circulação de “pequenas frestas de ficção sobre realidade insistente” como conclusão para os objetivos propostos inicialmente:
1. desenvolver o design do movimento via execução de padrões de ação modificados por roteiros coreográficos, caracterizando estabilidade como resultado dependente do grau adaptativo de cada corpo.
2. Pesquisar evidências do trânsito entre natureza e cultura e utilizá-las na construção de perguntas sobre realidade e ficção.
3. Aprimorar a relação de dança e tecnologia investindo no desenvolvimento de sistemas de interação entre movimento e modificação do ambiente via interfaces Físico/Digitais.

cena11blog31.jpg

cena11blog34.jpg

cena11blog30.jpg

cena11blog96.jpg

cena11blog95.jpg

cena11blog50.jpg

Design:
O projeto do movimento em PFdFSRi procura soluções sendo um mapa, um tratado que situa e define as possibilidades de existência do movimento e suas estratégias de sobrevivência em um dado ambiente. O ambiente, “pequenas frestas de ficção sobre realidade insistente”, vai revelando suas fronteiras e condições ao mesmo tempo que o movimento propõe suas táticas de adaptação.
O movimento precisa reconhecer a natureza do estado do corpo e permitir que as interferências propostas pela coreografia produzam informações que reorganizem a continuidade do movimento proposto. Dessa forma, o que pretendemos como resultado final está mais vinculado à escuta do que sucede para construir sua verificação, do que a determinação do movimento em função da produção de uma imagem.

cena11blog05.jpgcena11blog06.jpg

cena11blog072.jpg

cena11blog116.jpg

cena11blog117.jpg

Dança e tecnologia:
Usamos a tecnologia como extensão do corpo. Isto inclui a maneira como pensamos nossa dança. Em PFdFSRi a utilização de sensores (câmeras, acelerômetro), robôs, programas de detecção de padrão, vídeo e sistemas de vjing; está vinculada as propriedades que estes elementos fornecem ao corpo e como este corpo responde a estes elementos por meio destas propriedades. Sistemas e programas foram desenvolvidos especialmente para atuarem no espetáculo, e contam com a participação também do espectador para concluírem seus objetivos no palco.

cena11blog70.jpg

cena11blog15.jpg

cena11blog16.jpg

cena11blog19.jpg

cena11blog451.jpg

cena11blog461.jpg

cena11blog441.jpg

Natureza, cultura, realidade e ficção:
“pequenas frestas de ficção sobre realidade insistente” é uma fábula feita da colagem de ações, objetos, corpos, imagens e movimentos que se fortalecem das características que as definem para ganharem novos significados ao se inter-relacionarem. Um músculo cansado, respirações ofegantes, peso do corpo, força bruta, vestígios de dança, um espantalho, um brinquedo, um soldado de chumbo, cavalos, expectativas, caixinhas de música, memória, tempo dilatado, saudades, o velho, vingança, liberdade e realidade. Um conto.

cena11blog80.jpgcena11blog811.jpg

cena11fblogpelucia42.jpg

cena11blog94.jpg

cena11blog88.jpg

cena11blog89.jpg

cena11blog90.jpg

cena11blog84.jpg

cena11blog85.jpg

cena11blog92.jpg

O corpo procura parceiros para sua dança. A dança procura meios para perceber-se real. Ficção e realidade intercalam seus lugares e assim contam histórias. Peso e desequilíbrio como recurso de anti-vaidade, a autoria da ação divide assinaturas entre gravidade, ossos, músculos, cérebros e espectadores.
Dança como vestígio. Dança para não ter poder. Tempo para entendermos o tempo.

cena11blog751.jpg

cena11blog76.jpg

O GRUPO CENA 11 CIA. DE DANÇA desenvolve uma técnica particular e instaura projetos de pesquisa e formação, sempre com o propósito de confluir teoria e prática no entendimento de dança. Um núcleo de criação com formação em várias áreas compõe a base para uma produção artística em que a idéia precisa ganhar expansão num corpo e organizar-se como dança. As produções da companhia são: Respostas sobre Dor (1994); O Novo Cangaço (1996); In’Perfeito (1997); A Carne dos Vencidos no Verbo dos Anjos (1998); Violência (2000); Projeto SKR (2002); SKINNERBOX (2005) e “pequenas frestas de ficção sobre realidade insistente” (2007).

texto:
Gabriel Collaço - gabriel@cena11.com.br
Alejandro Ahmed - ahmed@cena11.com.br
fotos:
Gilson Camargo
Imagens produzidas nos dias 18 e 19 de maio de 2007, no SESC Pinheiros/SP .

link para matéria sobre a estréia em SP no Diário Catarinense do dia 21/05/2007

cena11blog18.jpg

somos livres? - fotos maurício chiminazzo

terça-feira, maio 22nd, 2007

“Ser livre é possuir a si mesmo”
Lacordaire

sexo
o sexo

dinheiro2
o dinheiro

bebida4
a bebida

celular
a comunicação

medo
o medo

tempo
o tempo

religiao1
a religião

mascaras
as fantasias

tv
a tv

vaidade2a
a vaidade

somoslivres

Exposição “Somos Livres?” de Maurício Chiminazzo - Curitiba 2006.
Coordenação: Gilson Camargo e Robert Amorim.

contato maurício chiminazzo: estudic@gmail.com