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língua brasileira de sinais – entrevista com jonatas medeiros

Jonatas Medeiros, 25 anos, nascido em São João do Ivaí, interior do Paraná, tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais, na UFPR.

O que caracteriza uma pessoa com deficiência auditiva?

Uma pessoa com deficiência auditiva pode ser uma pessoa que nasce com surdez, que pode ser causada por inúmeros fatores patológicos ou genéticos e também pode ser uma pessoa que teve perda auditiva ao longo da vida, por alguma doença ou por idade. Mas, isso vai caracterizar essa pessoa de uma forma biológica, de uma forma voltada para o patológico, para a perda, e vai enquadrar esse sujeito dentro de uma categoria que seria a de deficiente auditivo. É visualizar um sujeito e ter um discurso sobre o sujeito a partir da deficiência, da ideia biológica dessa perda auditiva.

Quantas pessoas tem esta condição no país?

Segundo o IBGE, em 2014, em torno de o,5 a 1% da população. É um número expressivo. Mas, como a política é sempre voltada para uma questão numérica quantitativa, esse 1% fica muito aquém no sentido de politicas que atinjam esses sujeitos.

Agora, quanto à porcentagem há um problema na pesquisa, porque ela não avalia o sujeito usuario de língua de sinais, não tem uma pergunta no questionário do IBGE se você é surdo, ou seja, – se porta como sujeito cultural de identidade surda? Essa pergunta não é feita. Então, quando eu pergunto sobre a deficiência eu estarei elencando categorias sensoriais: moderada, leve, etc… e isso não é uma questão linguística e, sim, patológica.

A grande questão a ser observada é o sujeito surdo, o sujeito usuario de língua de sinais. Porque aquele que já tem a lingua portuguesa e perde a audição é um sujeito que teve uma perda auditiva pós-linguistica, ele já teve a aquisição da lingua. Já a questão do sujeito que nasce surdo é uma questão de politica linguistica, de politicas educacionais que contemplem para ele uma formação presente numa lingua que vá de encontro com esse sujeito.

Então, dentro desse universo, desse número de sujeitos, a gente não saberia quantificar exatamente quantos seriam os usuarios de língua de sinais. Também é importante ressaltar que quem faz a pesquisa não sabe língua de sinais e nem sempre sabe se reportar ao sujeito que vai responder. Então, como quem responde costuma ser um terceiro, um outro que mora com esse sujeito, são números em que é difícil a gente ter exatidão.

Desde quando você trabalha com interpretação de LIBRAS?

Na UFPR fazem 4 anos, mas, eu iniciei minha carreira antes, trabalhando em associação de surdos como interprete de língua de sinais, atendendo o Detran, atendendo médico, advogado, fazendo esse trabalho mais comunitário. Depois eu fui para a educação, trabalhar no Estado. Trabalhei no ensino fundamental, no ensino médio, e nesse período fui fazendo minha transição, trabalhando na graduação também, até fazer o vestibular na UFPR.

Você não é surdo. Quando começou a ter contato com a língua de sinais?

Quando eu estudava num colégio público na Vila Verde, aqui em Curitiba, na periferia. No primeiro ano tinha uma menina surda na minha sala. Ela não usava língua de sinais, ou eu não percebia, pois não conhecia. Mas a gente se comunicava por gestos, era bem interessante. Inclusive a professora usava a fala com ela, apenas. Eu lembro que ela colocava um batom vermelho, falava bem de frente pra ela, era um outro processo. Eu tive um contato com ela, mas não tinha nenhuma percepção de língua, de sujeito. Depois de uns anos é que eu fui ter contato com a língua de sinais dentro de uma comunidade surda a qual eu comecei a fazer parte, comecei a frequentar por meio da igreja evangélica, também voltado a uma prática comunitária, e ali começou o meu processo de interesse pela lingua e em ter mais contato com surdos.

Então, lá pelos 11, 12 anos, pelo meio cristão eu comecei a me interessar pela lingua de sinais, e já interpretava, já contribuía. Até pela carência de pessoas que sinalizavam, os surdos sempre me convidavam: – ah, vamos comigo até tal local, até tal espaço. Então, mesmo aprendendo, adquirindo a lingua eu já comecei a atuar para eles como intérprete também.

É comum encontrar intérpretes jovens?

Hoje já existem mais cursos formativos para intérprete. O espaço, o mercado e também as instituições públicas tem, ainda de forma efêmera, mas, tem olhado para esse profissional e pensado numa formação. Mas, como muito dos profissionais vieram da igreja, porque a igreja foi um espaço que se preocupou com o surdo, com a alma do surdo, com toda a questão teológica voltada pra tentar salvar o sujeito, isso fez com que surgissem personagens de lingua de sinais dentro da igreja e alguns mais novos foram se interessando e foram se formando como intérpretes dentro da igreja mesmo.

E quando as políticas pelo movimento surdo são retomadas com mais proeminência, parece que o mercado necessita desse profissional e pela carência de não o ter, a igreja começa a fornecer esses profissionais. Muito do que se tem hoje, não dá pra generalizar de forma alguma, mas é fruto das igrejas católicas, evangélicas que tem um grupo de trabalho voltado para o social, e é esse grupo de trabalho voltado para o social que vai ocupando os espaços no mercado de trabalho.

E aí junto vem discursos filantrópicos, assistencialistas, que são discursos que hoje as instituições de ensino vem moldando, quem sabe, ou a ciência em si, mas, veio muito carregado pro mercado de trabalho essa visão assistencialista ainda, porque era a marca que esse sujeito carregava. Então, eu acredito que há novas narrativas também sendo constituídas em torno desse profissional.

Como se dá, na prática, a inserção da pessoa surda na educação?

A politica se divide um duas perspectivas pro movimento surdo. Uma é a perspectiva inclusiva, que é o cerne hoje do investimento politico e das práticas pedagógicas; e a educação bilingue, que é uma reivindicação do próprio movimento. Este movimento tensiona pro bilinguismo porque tem uma perspectiva voltada para que o espaço, a escola, possa ser um centro comunitário onde esses sujeitos que são reconhecidos como uma minoria linguistica e cultural possam ter um método voltado pro ensino da pessoa surda, um método que explore a visualidade, onde a lingua de sinais seja a lingua majoritária daquele espaço e a cultura circule, um currículo surdo circule naquela escola.

Esse projeto está também no papel, no PNE ele foi aprovado, ele existe como uma possibilidade de espaço de ensino, a educação bilingue, as classes bilingues também tem um espaço contemplado, mas, a realidade hoje se efetiva basicamente dentro da inclusão. O que toma força hoje e que eles tem acesso é isso. A escola bilingue não se concretiza como espaço efetivo porque não há uma politica voltada para a sua efetivação, e a educação inclusiva permeia e captura esses sujeitos para esse tipo de educação voltada ainda para um currículo ouvinte, dentro de uma disciplina pensada para alunos ouvintes, com professores ouvintes não fluentes em lingua de sinais. Então, ele está locado hoje no espaço da inclusão. Há uma busca dentro da inclusão para a adaptação, para a tentativa de receber esse sujeito, de preparar esses professores, e como não há ninguém preparado, o que acontece é a politica se efetivando sem ter necessariamente recursos apropriados, sem ter exatamente condições pra que esse alunos possam ser recebidos dentro da inclusão.

Uma escola bilingue demandaria também o desenvolvimento de um currículo diferente para o surdo?

Seria o mesmo currículo do ouvinte, mas, sob a perspectiva surda. O método desse curriculo deve ter uma perspectiva surda. História surda, cultura surda, escrita de sinais. Quando se fala em curriculo surdo é pensar todas as produções de conhecimento, porque o sujeito surdo forma, produz conhecimento, é ontológico também. Aquele corpo vai produzir uma ontologia. Então, é o acréscimo disso que é especifico do sujeito a todas as outras disciplinas também, dentro de um método visual.

É interessante que as politicas para minorias como os indígenas atende mais e reconhece mais, porque como o índio não é visto como deficiente, parece que as politicas encontraram maiores saídas para atende-lo de uma forma linguistica. Como o surdo fica no entrave da perspectiva da deficiência, parece que o discurso fica rompido, ele fica fracionado entre a visão patológica e a visão de língua, e esse discurso patológico acaba entravando as questões linguisticas. É por isso que a inclusão toma força.

Em relação à inclusão e ao bilinguismo para a criança surda, quando ela nasce não é interessante ter um intérprete, mesmo que a política alcançasse a figura desse interprete, porque é inimaginável você pensar o intérprete sendo mediador de uma educação infantil, por exemplo, onde as aulas são voltadas para crianças ouvintes e esse intérprete vai ser o único interlocutor em sala de aula.

Ele (o surdo) precisa de um modelo linguístico, ele precisa de linguas circulando em volta dele. Não pode ser só a lingua oral e apenas um intérprete ser o sujeito que tenta captar todas as vozes discursivas, as nuances acontecendo no ambiente e passar pra essa criança. É até anti-pedagógico pensar uma interação mediada por um sujeito que não tem, necessariamente, uma formação específica! Então a educação infantil cai nesse impasse porque novamente a inclusão não funcionaria. Parece que a inclusão, que é voltada para a ideia da interação de todos, de colocar todos os sujeitos para interagir no mesmo espaço, não preza pelo conhecimento, pela qualidade desse sujeito em interagir.

Principalmente pensando que 95% das crianças surdas nascem em familias de pais ouvintes, que não sabem lingua de sinais. Então, para os pais e para as mães muitas vezes também é uma surpresa descobrir um filho que não vai escutar e que não vai ter exatamente o mesmo acesso que o pai e a mãe tiveram. Muitas vezes os pais também entram nesse processo de aprendizagem da lingua de sinais e, diferente de uma criança ouvinte que nasce em um ambiente em que a lingua já está posta, parece que essa criança vai ter essa construção em casa. Por isso é que na escola temos que ter pelo menos um ambiente mais rico linguisticamente, para que possa suprir eventuais lacunas durante os diálogos familiares, durante a linguagem umbilical que vai se criando. Se se mantém o espaço inclusivo os mesmos entraves linguísticos em casa pode ser que permeiem, continuem na sala de aula, com professores que não sabem lingua de sinais, com outras crianças que também não sabem língua de sinais.

A educação infantil é o calcanhar de Aquiles porque não adianta também você ter um intérprete no quinto, sexto ano depois, na escola inclusiva. Porque é o que se tem hoje, tem interprete lá no sexto ano. Quando a criança sai do ensino básico e vai pro ensino fundamental você tem um interprete. Só que, se você não deu lingua para essa criança até os seus 10 anos, ela vai chegar na inclusão depois com um interprete fluente em lingua de sinais, mas, a própria criança não vai ser fluente, ela foi empurrada até ali. Ela chega num espaço com um interprete, com pessoas que sabem se comunicar com ela, mas, a criança mesmo, o sujeito em si não adquiriu a língua ainda.

Então, na prática, a criança fica lá na educação infantil meio que sozinha, “se virando” na sala?

É. Você vai ter professores com muito boa vontade, com formação de 60 horas, que é o que acontece hoje, por exemplo, nas licenciaturas. Você tem a disciplina de LIBRAS como obrigatória, mas é algo que 60 horas não te preparam para aprender uma lingua, lidar com um sujeito que ontologicamente tem uma perspectiva de mundo diferente. A literatura tem comprovado que as comunidades surdas tem um acúmulo teórico, tem uma ontologia, um estar no mundo que tem um significado diferente. Não sei se 60 horas das disciplinas de lingua de sinais tem contemplado isso dentro das universidades. Parece impossível! É um acúmulo muito significativo para você conseguir reduzir numa disciplina. E aí você tem um professor que tem boa vontade. Uma vontade do tamanho de 60 horas!

Aí essa criança é colocada dentro de um AEE, que faz parte da política, que é realizado dentro da sala de recursos multifuncionais, na melhor das hipóteses, né, e aí ela tem um professor que dá aula de lingua de sinais uma, duas vezes por semana pra essa criança, e na educação comum ela está lá junto com os outros, mas, sem ter o input necessário para ter um ambiente linguístico favorável pra ela.

A lingua de sinais é vista ainda muito como recurso, o momento onde agora nós vamos aprender a lingua de sinais. Como a educação especial é muito fragmentada: deficiente visual, braile; cadeirante, recurso arquitetônico; então, como é tudo muito recurso, quando chega na deficiência auditiva, o sujeito diz ah, LIBRAS! Parece que a LIBRAS também é um recurso como os outros, porque é colocado dentro dessa categoria, quando os movimentos surdos e os estudos da literatura voltada para essa perspectiva não clínica, não patológica, e sim para a perspectiva cultural do sujeito, faz uma leitura muito contrária a isso.

Você falou que o surdo cria linguagem, cria cultura, etc… E o cego, não?

Provavelmente cria artefatos, pode ser que crie cultura sim, eu não tenho conhecimento específico pra falar dessa minoria, mas, a lingua em si, com outra mudança de perspectiva, isso não se cria. A língua do cego é o português, a lingua do cadeirante é o português, as vias de comunicação que formulam uma compreensão ainda são mediadas pela lingua portuguesa. O surdo, por uma questão biológica que não pode ser negada, produz uma outra lingua, uma lingua de modalidade visuespacial, uma lingua que tem outras propriedades diferentes da lingua portuguesa e por ter uma percepção visual, não auditiva, mas uma percepção visual a respeito do mundo ele também cria um modelo cognitivo para ele que é diferente do cego, e isso cria cultura.

A interação de um surdo com outro surdo produz a arte surda, produz poemas na lingua de sinais. A lingua parece ser um motor pra se criar discursos a respeito de si mesmo, a respeito do outro surdo, sobre a sua lingua e criando literatura, criando poesia, criando humor a partir disso. O que o movimento surdo produz materializa, e a literatura acadêmica também tem apontado que eles criam cultura, então a partir dessa fala eles se reconhecem como sujeitos, não como deficientes, mas, como sujeitos minoritários culturalmente.

E depois, quando a criança vai avançando na educação?

Bem, aos 6 anos começa a chegar algo para ela, mas, novamente a lingua majoritária ainda é a lingua portuguesa, os livros que circulam são em lingua portuguesa, as perspectivas de ensino dos professores, a maioria das vezes vai ser voltada na perspectiva para alunos ouvintes. As vezes ele tem 26 alunos ouvintes, e tem 1, 2 surdos, e nem sempre ele consegue equalizar a aula dele para que atinja os dois públicos.

É importante ressaltar que nós temos escolas de surdos, e nessas escolas você tem metodologias de filosofias mais oralistas, com a tentativa de reabilitação da fala, você tem metodologias com a perspetiva mais voltada para a comunicação total, onde há fala, há lingua de sinais, o gesto, uma hibridez, mas parece que o pano de fundo objetivo é fazer com que esse sujeito chegue na lingua portuguesa. E você tem as escolas bilingues, mas, que são muito esporádicas, não é uma realidade no Brasil, não é uma realidade nas cidades. Você tem de forma muito pontual isso acontecendo, a política bilingue se efetivando.

Em Curitiba, temos alguma escola bilingue?

Escola municipal em Curitiba, nenhuma. O que nós temos é convênio, mas escola pública não temos. E os dois convênios que nós temos, um é com a escola de cunho oralista, que não ensina a lingua de sinais, então trabalha com a ideia da terapia da fala ainda, com a ideia da limitação fonoarticulatória; e temos uma outra escola que permite a lingua de sinais, mas, que tem toda a comunicação voltada para uma perspectiva totalizante, que é a fala, é o gesto, a mímica, mas, o pano de fundo ainda é a lingua portuguesa, o objetivo não é a fluência da lingua de sinais. A língua de sinais é tolerada, mas ela não é o foco, a lingua de instrução. Parece que ela ainda é vista como um recurso que pode auxiliar na comunicação.

E aí no Estado, aqui no Paraná, a gente tem hoje um colégio bilingue tradicional de lingua de sinais, que passou também por todas essas influências discursivas, metodológicas, mas, que hoje caminha de forma muito positiva para a construção de um bilinguismo mais pleno, com potência, com professores surdos, pedagogos surdos. É o Colégio para surdos Alcindo Fanaya, aqui no Agua Verde, em Curitiba, que atende o ensino fundamental e médio, e também a educação infantil, de forma conveniada.

O material que existe para o surdo, dos clássicos da literatura ouvinte, por exemplo, costuma ser bastante incipiente e até infantilizado. Qual é a perspectiva da produção de materiais que possam enriquecer esta formação?

É bem importante pensar que há criação de literatura surda também. Há produções dos próprios surdos, narrativas surdas, que nem sempre são traduzidas para o português, mas, que também circulam e são materiais culturais riquíssimos e fundamentais para a educação do surdo hoje em uma educação bilingue. Como houve uma proibição durante 100 anos do uso da lingua de sinais, desde 1880, após esses 100 anos há tentativas de romper com um discurso que ainda é o da narrativa mestra, que é o discurso oralista, o discurso da fala. O discurso da lingua oral é uma narrativa mestra que ainda atinge as politicas, os discursos de senso comum, de especialistas carregados da ideologia da fala, subalternalizando a lingua de sinais e fazendo com que durante 100 anos, e até hoje a gente vive esse resquício, torne mais lento os processos de criações artísticas e culturais.

Mas, sem duvida alguma o povo surdo resistiu através da arte, através da literatura. É uma literatura muito interessante para ser analisada do ponto de vista da produção do que tem sido feito hoje. Temos ainda a literatura adaptada, que vem da literatura ouvinte e que você adapta para uma literatura surda; e temos a literatura traduzida, onde eu vejo que existe uma lacuna, na qual a gente tem alguns avanços, mas, sem dúvida os clássicos ainda não chegaram. E é aí que a gente se aventura com o Octavio e a Cia Iliadahomero de Teatro, traduzindo esses clássicos mundiais que são formativos da cultura ocidental, que formam o nosso pensamento, trazendo esse conhecimento também para a lingua de sinais.

Existem coisas, mas, muito poucas, a ponto de se dizer que não tem. Eu ouvi falar que existe uma montagem da Iliada em lingua de sinais, mas, que é curta, extremamente contemporânea. Boa, linda talvez, mas, não traz o texto na íntegra, não traz ainda essa narrativa homérica; é uma adaptação teatral que pega um recorte do texto. Mas, eu ainda não vi nenhum registro em video.

Então, há nesse momento algumas dobras pontuais do universo tentando criar esse diálogo, mas, a gente não tem a materialidade da obra ainda. É o que a gente tem buscado fazer. Trazer o Canto 1 da Iliada na íntegra. Vamos fazer a tradução! James Joyce, na integra. Os Lusiadas, na integra, dentro daquilo que se propõe àquela estética de texto. Eu acho que isso é muito novo e acredito que é uma contribuição significativa porque as traduções alimentam também as outras culturas e se produz linguagem a partir do outro, do olhar do outro.



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