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o crepúsculo do alvorada

Curitiba perde mais uma parte da sua memória. O Parque Alvorada, localizado dentro do Parque Barigüi fez história. Agora parece se despedir dos curitibanos para sempre. Antes instalado ao lado do Passeio Público, hoje passa por um desmonte e ninguém sabe informar o que será feito no local. Quem sabe as diversões lúdicas darão lugar a mais vagas de estacionamento?
Guilherme Sell, estudante, Curitiba – PR (Gazeta do Povo, 11/11/08)


Rodrigo e Alex, vendedores de rosas, nos escombros do trem fantasma.

Histórico:
1961
– É inaugurado o Parque Alvorada. Na época, ele ficava nos fundos do Passeio Público, no centro da cidade. Entre os fundadores estava o ex-governador José Richa, na época estudante de Odontologia.
1980 – Parte dos brinquedos é levada ao Parque Barigüi.
1996 – O parque do centro da cidade é desativado.
2005 – Técnicos da Comissão de Segurança de Edificações e Imóveis (Cosedi) apontam problemas na manutenção dos brinquedos do parque. Por causa das falhas o local é interditado quatro vezes.
outubro de 2007 – O Alvorada é fechado por determinação da Justiça. A Urbs revoga a permissão de ocupação, pedindo a reintegração de posse do terreno do Barigüi.
2008
– A interdição completa um ano. Os brinquedos continuam no parque, mas a ocupação do espaço segue sem definição.

25/01/2009 – Os últimos brinquedos são removidos.



7 comentários para “o crepúsculo do alvorada”

  1. jan disse:

    é uma pena que esse seja o destino dos parques de diversões, circos…parece até que brincar e sorrir estão fora de moda.

  2. Bárbara disse:

    Carai! Que espetáculo!
    E que saudosismo FDP é este que me invadiu???

  3. Imperdível: O Crepúsculo do Alvorada « Curitiba é um copo vazio cheio de frio disse:

    […] Já pro Crepúsculo do Alvorada guardado pelo Gilson Camargo […]

  4. Claudio Boczon disse:

    Genial o registro, mas como já diziam os tuaregs:

    “camarão que dorme, a onda leva”

    é mais um ícone curitibano que irá rechear crônicas e memórias autofágicas

    apesar de quase ter sido atropelado por uma cadeirinha do chapéu mexicano quando circulava pela João Gualberto, lá pelos idos dos ’80s, também vou sentir alguma saudade

  5. glerm disse:

    Peguei o braço dessa caveira la no parque.

    ta aqui em casa…

    hehehe

  6. gil disse:

    Boa Glerm!
    Pensei em fazer isso também, mas não tive sua presença de espírito.
    Por que não pegou a caveira inteira?

  7. alex trinks Preto disse:

    Show o ensaio… tenho um parecido… depois mostro

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