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pela constelação do cruzeiro do sul – vila da glória/sc

viladagloria_foto_gilsoncamargo_01_01_2013Primeiras horas do ano de 2013.

CLIQUE E OUÇA – Coro de animais do lago

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CLIQUE E OUÇA – Melpomene (de Octavio Camargo)

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Oh Melpomene, first is your art
Just as thought preceeds action
Even when the calls of here and now
Mask the existence of planning and projection

You´re the one who alternates in time the questions
And answers inside the inquiring mind
And forges the primal theatre stage
To lie behind the thinker´s eyes
Pretending not to be the very same and single
Author of the internal monologue

You assigned a Second Actor to the scene
And thus built space for the truth
To be seen in neither of them separately,
Regarding their virtues together, but in between

Like in the shining stars that bolt the sky to heaven
The Constellation of Bootes appears in the North
Suggesting lines where there are only dots

Sing to us, Muse, and renew our sight
Of the thousand pains we suffer blind

Amplify our claim through your architecture
Adding to the singer, the dancers and the choir
To publicize. Such is the plee of a Tragedy

Show us fierce cruelty in its last modernity
And bring the goat for the sacrifice
A Hero to fight hard against fate
Let his disgrace be our liberty!

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Oh Melpomene, tua arte é primeira
Assim como o pensar precede a ação
Mesmo que os chamados do aqui e do agora
Mascarem a existência de um plano e projeção

Tu alternas no tempo as perguntas
E respostas dentro da mente que inquere
E forja o primeiro palco de teatro
Descortinado atrás dos olhos do espectador
Fingindo não ser o mesmo é unico
Autor do monólogo interior

Tu assinalaste um segundo ator para a cena
E assim criou espaço para a verdade
ser vista em nenhum dos dois em separado,
somadas as virtudes conjuntas, mas entre

Como nas estrelas luminosas que povoam a abóbada celeste
A constelação de Bootes aparece no Norte
sugerindo linhas onde havia apenas pontos

Canta-nos, Musa, e a visão renova
das mil dores que sofremos cegos

Amplifica nosso pleito em tua arquitetura
Somando à voz do cantor, a do coro e o corpo de baile
Publicizar. Tal é o pendor da Tragédia

Mostra nos a fria crueldade em sua última modernidade
E traga o bode para o sacrifício
Um herói para lutar duro contra o fado
Seja o seu suplício a nossa liberdade.

Octavio Camargo

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