Olhar Comum » Arquivo » todo mundo é poeta

todo mundo é poeta

Rafael Carletto, Rio de Janeiro,
É o que diz no verso da fotografia
Não há data, e nem se sei há o Rafael.
A fotografia
O mar de Copacabana,
E ao fundo o Pão de Açúcar…
Que me faz, me fez,
E sempre me fará sonhar…
Próximo da areia branca,
Está, esteve ou sempre estará
Uma criança,
Com uma eternidade definida,
Medida por alguém
que gosta de brincar…
Mas isso não importa,
Pois já não há pelo que brincar.
O pequeno cresceu, e ao fazê-lo despertou,
acordou grande, sem aptidões para ser…
Hoje responsável, deve fazer isso e aquilo,
estar assim e assado…
Na fotografia só precisava sorrir…
Os olhos, os cabelos, os meus pés
Eram maiores que o mar e as montanhas além,
e eu só precisava sorrir
pra dar sentido a tudo isso…
Copacabana para mim é uma lembrança
um sonho despertado, uma infância…
Rafael Carletto, Rio de Janeiro, não há data,
Não há mais o pequeno Rafa.
R.C.

Carletto, em outubro de 2008 – Curitiba.



3 comentários para “todo mundo é poeta”

  1. foca disse:

    Isso que é falta de assunto hein Camargo!!!…então fale de mim no próximo por favor.

  2. gil disse:

    Boa idéia!

  3. Giselle H. disse:

    Agora o post está normal!

Deixe seu comentário

Ao acessar, percorrer e utilizar o site www.gilsoncamargo.com.br e seus sub-domínios, você estará aceitando as condições e termos aqui expressos, sendo responsável único e exclusivo, perante terceiros, sobre a (i) veracidade, (ii) legalidade, (iii) exatidão e (iv) boa-educação das informações que prestar e gerar nas caixas de comentários, isentando o mantenedor da página, de forma irrevogável e irretratável, de qualquer reclamação oriunda do mau-uso da página, pelo usuário. Se tiver qualquer dúvida a respeito de tais atributos, não comente.